ANTÓNIO
SIMÃO
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Estreou-se no teatro em Falar Verdade a Mentir de Garrett (Festival da Câmara Municipal de Oeiras). Trabalhou depois com Margarida Carpinteiro, António Fonseca, Aldona Skiba-Lickel, Ávila Costa (Grupo de Letras), João Brites (O Bando), Melinda Elteston (Acarte), Filipe Crawford, Joaquim Nicolau, Antonino Solmer e Jean Jourdheuil (Centro Cultural de Belém / Teatro Nacional D. Maria II). Criou em 1997 o espectáculo Uma Solidão Demasiado Ruidosa baseado em Bohumil Hrabal. Sócio fundador da APA (Actores Produtores Associados), produziu e interpretou Universos e Frigoríficos de Jacinto Lucas Pires. No cinema trabalhou com Juan Miñon, Bertrand Febvre, Jorge Silva Melo, Jacinto Lucas Pires e Pedro Caldas. Em 1999 dirigiu Atendedor de Chamadas de Finn Iunker na Culturgest. N’A Capital Teatro Paulo Claro produziu e interpretou Agá o Piolho de Mark O´Rowe. Produziu e dirigiu para o Citemor 2002 o espectáculo Made in China de Mark O´Rowe. Em 2004, fundou o Teatro do Inverno onde criou Peça Alter Nativa de Finn Iunker. |
Nos Artistas
Unidos:
1995 - ANTÓNIO, UM RAPAZ DE LISBOA de Jorge Silva Melo, encenação de Jorge Silva Melo (Fundação Calouste Gulbenkian).
1996 - O FIM OU TENDE MISERICÓRDIA DE NÓS de Jorge Silva Melo, encenação de Jorge Silva Melo (Culturgest).
1997 - PROMETEU AGRILHOADO/LIBERTADO de Jorge Silva Melo, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro da Trindade).
1998 - A QUEDA DO EGOÍSTA JOHANN FATZER de Bertolt Brecht, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Variedades); O PESCADOR À LINHA de Jaime Salazar Sampaio (SEM DEUS NEM CHEFE 1).
1999 - NA SELVA DAS CIDADES de Bertolt Brecht, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro da Comuna).
2000 - O NAVIO DOS NEGROS de Jorge Silva Melo, encenação de Jorge Silva Melo (Culturgest).
2001 - SONHO DE OUTONO de Jon Fosse, encenação de Solveig Nordlund (A Capital Teatro Paulo Claro); OS IRMÃOS GEBOERS de Arne Sierens, encenação de Jorge Silva Melo (A Capital Teatro Paulo Claro); A HISTÓRIA DO ESCRIVÃO BARTLEBY de Francisco Luís Parreira, encenação de João Meireles (A Capital Teatro Paulo Claro); E DEPOIS (BAL TRAP) de Xavier Durringer, encenação de Gilles Lefeuvre - Kiraly (A Capital Teatro Paulo Claro).
2002 - MOUCHETTE de Arne Sierens, encenação de Pedro Carraca (Voruit - Gent / Voz do Operário).
2003 - BAAL de Bertolt Brecht, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Viriato); VICTORIA STATION, de Harold Pinter, um trabalho de Rogério Vieira e António Simão (Teatro Taborda); T1 de José Maria Vieira Mendes, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Taborda); CADA DIA A CADA UM A LIBERDADE E O REINO (Sala do Senado da Assembleia da República); VIVE QUEM VIVE, de Jacques Prévert, um trabalho de António Simão e Joana Bárcia (Teatro Taborda).
2004 - TERRORISMO dos Irmãos Presniakov, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Taborda); A NOITE CANTA OS SEUS CANTOS, de Jon Fosse, encenação de João Fiadeiro (Teatro Taborda); MADE IN CHINA de Mark O´Rowe, encenação de António Simão (Teatro Taborda); DOIS IRMÃOS de Fausto Paravidino, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Taborda); NO PAPEL DA VÍTIMA dos Irmãos Presniakov, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Nacional D. Maria II).
2005 - MARCADO PELO TIPEX de Antonio Onetti, encenação de João Meireles (Teatro Taborda); INVERNO de Jon Fosse, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Taborda); CONFERÊNCIA DE IMPRENSA E OUTRAS ALDRABICES de Harold Pinter, Antonio Tarantino, Arne Sierens, Antonio Onetti, Davide Enia, Duncan McLean, Enda Walsh, Finn Iunker, Irmãos Presniakov, Jon Fosse, José Maria Vieira Mendes, Jorge Silva Melo, Juan Mayorga, Letizia Russo, Marcos Barbosa, Miguel Castro Caldas, Spiro Scimone, uma canção de Boris Vian e outros ainda, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Nacional D. Maria II). MUSIC-HALL de Jean-Luc Lagarce. Encenação de François Berreur. (Centro Cultural de Belém), A FÁBRICA DE NADA de Judith Herzberg, encenação de Jorge Silva Melo (Culturgest), OS ANIMAIS DOMÉSTICOS de Letizia Russo, encenação de Jorge Silva Melo (Convento das Mónicas).
2006 - A MATA de Jesper Halle, encenação de Franzisca Aarflot ( Teatro de Almada).
2007 - LILÁS de Jon Fosse, encenação João Miguel Rodrigues ( CCB); HAMELIN de Juan Mayorga, encenação colectiva (Convento das Mónicas); MECENAS, MECENAS (Fundação Calouste Gulbenkian).
2008 - ACAMARRADOS de Enda Walsh (Centro Cultural da Malaposta); ISTO NÃO É UM CONCURSO (Instituto Franco-Português); NORUEGA-LISBOA-NORUEGA (Fundação Calouste Gulbenkian;São Luiz Teatro Municipal).
2009 - ESTA NOITE IMPROVISA-SE de Luigi Pirandello, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Nacional D. Maria II); UMA SOLIDÃO DEMASIADO RUIDOSA de Bohumil Hrabal (FESTIVAL DE LÍNGUA PORTUGUESA - FESTLIP; Rede SESC RIO DE TEATROS - Rio de Janeiro – Brasil); SEIS PERSONAGENS À PROCURA DE AUTOR de Luigi Pirandello, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Municipal São Luiz); ANA de José Maria Vieira Mendes, encenação de Jorge Silva Melo (CCB).
2010 - REI ÉDIPO a partir de Sófocles, encenação de Jorge Silva Melo (TNDM II); COMEMORAÇÃO de Harold Pinter, encenação de Jorge Silva Melo (CCB); A CHEGADA DE AGAMEMNON na ORESTEIA de Esquilo, ensaio aberto dirigido por Jorge Silva Melo (TEIA 2010 | TNDM II); FALA DA CRIADA DOS NOAILLES QUE NO FIM DE CONTAS VAMOS DESCOBRIR CHAMAR-SE TAMBÉM SÉVERINE NUMA NOITE DO INVERNO de 1975, EM HYÉRESA FALA DA CRIADA de Jorge Silva Melo (Culturgest).
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