| BURACO NEGRO e CÂNCER de Gerardjan Rindjers |
Teatro Taborda, 8 de Janeiro de 1999.
BURACO NEGRO: Um homem e uma mulher sentados, tentando comunicar. Ela pretende ter um cancro - quer a sua atenção. Só parcialmente conseguem reconstruir o seu passado comum. CÂNCER: Anos mais tarde. A mulher tem, realmente, um cancro. E como nem sequer há já futuro, até as palavras falham. Entre a vida e a morte, o desesperado silêncio é a única saída. Boas representações de Isabel Muñoz Cardoso e Luís Esparteiro, sóbrios, seguros e convincentes sobre as tábuas, enquadrados em boa cenografia de Rita Lopes Alves e iluminado correctamente por Pedro Domingos. |


