| SONHO DE OUTONO de Jon Fosse |
Estreia Espaço A Capital/ Teatro Paulo Claro, 8 de Fevereiro de 2001. O texto está publicado juntamente com O NOME pela Campo das Letras
"Em miúdo, tocava música, guitarra... aos onze anos ficava a tocar seis ou sete horas seguidas. De um dia para o outro, parei. Acabou-se a guitarra. E comecei a escrever. O que me pareceu ser uma coisa mais séria... mas comecei a escrever tentando fazer uma espécie de música... poucas palavras, repetições, variações, silêncios... Quando, por exemplo, ouço uma peça em tradução, eu ouço a música, reconheço o ritmo na tradução, na maneira de representar, embora não perceba o significado das palavras, reconheço tudo." Berit Gullberg, 1996 "O seu ritmo é repetitivo e tão próximo da consciência do protagonista que se pode dizer que é um espelho de como essa personagem principal encara o mundo. No centro estão os encontros entre personagens e estes encontros podem ser de tal ordem que mudem as personagens. A insegurança traz às pecas uma nova linguagem. É a língua de todos os dias em que as palavras mais insignificantes podem surgir como sintomas de segredos que não se conseguem articular" Eduardo Prado Coelho Público, 12/02/2001 |


