DIOGO INFANTE

Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Estreia-se no espectáculo As Sabichonas de Moliére, encenação de Ruy de Matos no Teatro Nacional D. Maria II (1989). Trabalhou com Carlos Avilez (Teatro Experimental de Cascais), Rui Mendes, João Lourenço (Teatro Aberto), Richard Cottrell, John Retallack, Adriano Luz e Ana Luísa Guimarães. Como encenador, dirigiu no Teatro da Trindade O Amante de Harold Pinter (1992) e Segredos de Richard Cameron (1993); no Teatro Villaret, Odeio Hamlet de Paul Rudnick (1996); no Teatro São Luiz, Um Vestido para Cinco Mulheres de Alan Ball (1997); no Teatro Nacional D. Maria II, O Jardim Zoológico de Cristal de Tennessee Williams (1999); no Teatro Maria Matos Laramie de Kaufman (2006). Estreia-se no cinema com Nuvem de Ana Luísa Guimarães (1992) - Prémio de Melhor Jovem Actor e Se7e de Ouro. Participa depois em filmes de Jorge Paixão da Costa, João Botelho, Luís Filipe Rocha, Joaquim Leitão, Lúcia Murat, Leonel Vieira, Ruy Guerra, George Felner, Fernando Fragata, Roselyne Bosch, entre outros. Para a televisão teve participações em diversas séries e novelas. Vencedor dos Globos de Ouro como Melhor Actor de Cinema, em 1996 e 1998, salienta a nível internacional o Prémio das Nações Unidas em 1995; o Festival de Gramado atribuiu-lhe o Prémio de Melhor Actor pelo seu desempenho em A Sombra dos Abutres, em 1999, ano da sua promoção como Shooting Star pela European Film Promotion. Actualmente desempenha a função de Director Artístico do Teatro Nacional D.Maria II.

Nos Artistas Unidos:
2010 - REI ÉDIPO  a partir de Sófocles, encenação de Jorge Silva Melo  (TNDM II).