HELDER BRAZ

Fez formação no Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral, Chão de Oliva, Câmara de Oeiras e no Centro Dramático de Évora. Trabalhou com Paulo Filipe Monteiro, Alexandre de Sousa, António Fonseca, Margarida Carpinteiro, J. M. Alvim, David Wheller, Luís Varela, Jean François Lapallus, Fernando Mora Ramos, Axél Boosére, Ruy Otero e com os grupos Orquestra Dramática O Bife, Living Theatre, Royal de Luxe e Pogo Teatro. No cinema fez a curta-metragem É Só Um Minuto de Pedro Caldas. Trabalhou na Companhia de Teatro O Sonho onde fez Auto da Barca do Inferno, Auto da Índia de Gil Vicente e Falar Verdade a Mentir de Almeida Garrett. Trabalhou no GICC – Teatro das Beiras, Zoo Story de Edward Albee. Fez assistência de encenação a Jorge Silva Melo em Torquato Tasso de Goethe e a António Simão em O Atendedor de Chamadas de Finn Iunker.

Nos Artistas Unidos:
1999 – NA SELVA DAS CIDADES de Bertolt Brecht, encenação de Jorge Silva Melo (Comuna).
2001 – O MEU BLACKIE de Arne Sierens, encenação de Cláudio da Silva (A Capital Teatro Paulo Claro).