E DEPOIS (BAL-TRAP) de Xavier Durringer

e_depois_a E DEPOIS (BAL-TRAP) de Xavier Durringer
Tradução Olinda Gil Com António Simão, Gracinda Nave , Pedro Carraca, Sofia Rodrigues Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves, Isabel Nogueira, José Manuel Reis Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Gilles Lefeuvre-Kiraly

Estreia Espaço A Capital/ Teatro Paulo Claro, 29 de Novembro de 2001

No final de um baile de província, cruzam-se dois casais: um encontra-se, o outro desfaz-se. Bulle e Muso, Lulu e Gino, uma história que começa e outra que acaba. Duas histórias paralelas a decorrerem num mesmo local. Tristeza, nostalgia, amor perdido e solidão, por isto passam as quatro personagens desta peça.

É una espécie de Sonho de Uma Noite de Verão realista. As personagens, gente de escassa cultura, com poucas posibilidades de triunfar, vêem o amor como a sua única possibilidade de fugir para a frente.
Carme Portaceli

As personagens de Durringer não sabem bem o que pensam, às vezes chegam a reflectir sem disso se aperceberem. Não são animais, também não são professores universitários ou artistas da moda; e são contudo humanos, dos que falham.
Gildas Bourdet

Por entre latas de cerveja vazia, os confetis caídos da festa, dois pares de jovens amam-se e destroem-se. Há um certo mal-estar e sai-se da sala com um pouco de melancolia. Estes jovens somos nós.
L`aisne Nouvelle

e_depois_bXavier Durringer não faz teatro para si próprio. Não faz batota. Quer que o teatro seja o lugar onde se compreende a dor dos homens, onde se troca aquilo que ainda resta da palavra. Aqui a palavra é popular, está bem perto da oralidade. Se há um olhar desencantado sobre a humanidade, não há no entanto qualquer desistência.
Nadine Epron

Durringer, com quase nada, faz-nos sentir o desespero destas personagens. Acreditamos nelas, tão humanas, tão frágeis, tão capazes de acreditar no que quer que seja. Um autor a descobrir. Um autor que gosta das pessoas. A sua prosa baseia-se num quotidiano à maneira de Prévert: um lirismo popular. E há sempre qualquer coisa de extremamente violento que torna críveis as mais incríveis situações.
Jean-Luc Jeener

Durringer enfrenta duas realidades opostas e similares: um casal que esgotou os seus sentimentos e um outro que está a começar a descubrir-los. Só o espectador na sua posição privilegiada se dará conta de que ambas estão condenadas a repetir o mesmo percurso, os mesmos mecanismos, e a fracassar, finalmente.
El Periódico de Catalunya

Teatro da Politécnica

Bilheteira

3ª a Sáb. das 17h00 até ao final do espectáculo

Preços:
Normal | 10 Euros
Descontos | estudantes | – 30 | + 65 | Grupos >10 | Protocolos | Profissionais do espectáculo | Dia do espectador (3ª) - 6 Euros

Bilhetes à venda

No Teatro da Politécnica, Reservas | 961960281, www.bol.pt, Fnac, Worten, CTT, El Corte Inglês, Pousadas da Juventude, Serveasy, Pagaqui. Para INFORMAÇÕES/RESERVAS: Ligue 1820 (24 horas).

E fora da Politécnica

fragil 1 prog FRÁGIL
Em Sobral de Monte Agraço, no CineTeatro Sobral a 28 de Abril
Em Sintra, no Chão de Oliva a 4 e 5 de Maio
Em Aveiro, no Teatro Gretua a 8 e 9 de Junho

o rapaz de ucello prog 1

O RAPAZ DE UCELLO ou aquilo que nunca perguntei ao Álvaro Lapa
No Porto, no Auditório de Serralves, 6 de Maio às 18h00

O Teatro da Amante Inglesa prog O TEATRO DA AMANTE INGLESA
Em Évora, n’A Bruxa Teatro a 11 e 12 de Maio
Em Alverca, no Teatro Estúdio Ildefonso Valério a 26 de Maio
Em Setúbal, no Fórum Luísa Todi a 29 de Agosto
a voz dos poetas prog A VOZ DOS POETAS
Na Biblioteca da Imprensa Nacional
7 de Maio - Gomes Leal por Jorge Silva Melo e Manuel Wiborg
fernando lemos prog FERNANDO LEMOS - como? Não é retrato?
de Jorge Silva Melo
Na RTP2, 9 de Maio às 23h15
EM VOZ ALTA prog EM VOZ ALTA os nossos poetas

Livrinhos de Teatro

capa115

O TEATRO DA AMANTE INGLESA
de Marguerite Duras
Livrinhos de Teatro nº 115 Artistas Unidos/Cotovia

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