| LETIZIA RUSSO |
Nasceu em Roma em 1980. Escreveu para teatro Niente e Nessuno (Una Cosa Finita), representado em 2000 em Castelnuovo di Farfa, no âmbito do festival “Per Antiche Vie" organizado por Mario Martone, então director do Teatro di Roma; Tomba di Cani (Prémio Tondelli 2001), Asfissia, encomendada pelo "Festival di Candoni - ArtaTerme" (2002). Binario Morto, encomendada pelo National Theatre de Londres (2004), Babele, primeiro texto de uma trilogia sobre o poder. Participou, em 2002, na International Residency do Royal Court de Londres. Escreveu para a rádio: I Conigli Sulla Luna, Lo Spirito Nell'acqua, La Via Del Mare, Qoèlet, Kilmainam Gaol, transmitidos pela Rai3 em 2002. Venceu, em 2003, o prémio UBU como revelação do ano pelo texto Tomba di Cani. É escritora-residente nos Artistas Unidos entre 2004 e 2005 com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. Tomba di Cani foi estreada em 2001 na Saletta Gramsci do Teatro de Pistoia com o seguinte elenco: Isa Danieli (Glauce), Peppino Mazzotta (Johnny), Sara Bertelà (Mània), Aram Kian (Vin), Giuliano Amatucci (Terzo Uomo), Federico Pacifici (Luther) e a participação em vídeo de Antonio Casagrande, encenação de Cristina Pezzoli, cenografia de Giacomo Andrico, figurinos Rossana Monti; uma produção do Teatro di Pistoia / Teatro del Tempo Presente. O espectáculo recebeu três nomeações (Isa Danieli, melhor intérprete feminina; Cristina Pezzoli, melhor encenação; Letizia Russo, melhor autor) para o Prémio ETI - Gli Olimpici del Teatro. Isa Danieli venceu na sua categoria. Os Artistas Unidos realizaram leitura de excertos no âmbito do Festival de Almada 2004. A leitura foi dirigida por Pedro Marques e contou com interpretação de Lia Gama, Pedro Marques e Miguel Borges. Fim de Linha (Binario Morto) estreou dia 8 de Julho no Royal National Theatre em Londres, na versão do Bath Theatre Royal Area, uma das catorze escolas de teatro inglesas que escolheram a peça entre as comissionadas pelo Festival Shell Connections. Os Artistas Unidos realizaram uma leitura no âmbito do Festival de Almada 2004 dirigida por Pedro Marques e com interpretação de Américo Silva, Pedro Carraca, José Airosa, Miguel Borges, Sylvie Rocha, António Filipe, Andreia Bento, Joana Bárcia, Carla Galvão e Teresa Sobral.
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