| ANA de José Maria Vieira Mendes |
No Te-acto (Leiria) ensaios abertos ao público nos dias 29, 30 31 de Outubro de 2009 "Um homem só não é ninguém. É preciso que alguém o chame." Uma mulher, Ana, e um homem, Paulo, em casa, num dia de descanso. Ele, apesar de tudo, irrequieto, parece que assustado, não se sabe ao certo com o quê. Ela resolve fazer um chá que o acalme mas quando voltar a entrar encontrará já outro homem, um que vem de trás, de outro tempo. E o tempo, motor de Ana, continuará a baralhar à medida que formos avançando pelos Três Dias que fazem por estruturar uma narrativa que se estilhaça e abre. Para o final, uma mulher sozinha, chamando pelo seu próprio nome, à procura de alguém ao seu lado que justifique a existência. |

