| MANUEL WIBORG |
Fundou em 1986 o grupo rock Os Refundidos com quem trabalhou até 1991 como compositor e vocalista. Fez os cursos de Teatro (Actor) do Teatro Espaço, Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral e o primeiro ano da Escola Superior de Teatro e Cinema. Estreou-se no teatro com Amo-te de Abel Neves (enc.: Almeno Gonçalves - Teatro da Cornucópia). Ingressou no Teatro da Malaposta onde trabalhou com Jorge Silva Melo, José Peixoto, Mário Jacques. Trabalhou com Jean Jourdheuil em Germania 3 de Heiner Müller. Trabalhou com Luís Pais em Nada do Outro Mundo de António Cabrita. Traduziu, encenou e interpretou a peça Hotel Orpheu de Gabriel Gbadamosi com Miguel Hurst. No cinema trabalhou com Manuel Mozos, Joaquim Pinto, António Campos e Jorge Silva Melo, com o qual ganhou o prémio de melhor interpretação no Festival Internacional de Cinema de Dunquerque (1993). Na televisão participou na telenovela Cinzas e Verão. Interpretou Salgueiro Maia na série da SIC comemorativa do 25 de Abril. Fundou os APA - Actores Produtores Associados para quem dirigiu Universos e Frigoríficos de Jacinto Lucas Pires, Nada do Outro Mundo de António Cabrita, Crime e Castigo de José Maria Vieira Mendes, Lá ao Fundo o Rio de José Maria Vieira Mendes, As Regras da Atracção de Brett Easton Ellis/Rui Guilherme Lopes, O Homem ou é Tonto ou é Mulher de Gonçalo M. Tavares, Vou Lá Escutar Pastores de Rui Duarte Carvalho.
Nos Artistas Unidos: 1995 - ANTÓNIO UM RAPAZ DE LISBOA de Jorge Silva Melo, encenação de Jorge Silva Melo (Fundação Calouste Gulbenkian). |

