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Na Culturgest (Festival de Almada) a 16, 17 e 18 de Julho de 2010 No Festival de Teatro de Mem Martins a 19 de Julho de 2010 Na Guilherme Cossoul de 28 de Outubro a 7 de Novembro de 2010 Na Antena 2 (Teatro Sem Fios) a 2 de Novembro de 2010 No Teatro de Vila Real a 4 de Março de 2011 No Teatro Aveirense a 15 de Abril de 2011 No Teatro José Lúcio da Silva (Leiria) a 23 de Junho de 2011 No TAGV (Coimbra) a 16 de Fevereiro de 2012 No CCVF, Guimarães, a 15 de Junho de 2013 Na Festa de Teatro/Setúbal, a 27 de Agosto de 2013 No Teatro da Politécnica de 7 de Novembro a 20 de Dezembro de 2013
As coisas correm bem a Alex. Ama a sua mulher, a sua filha, a sua cidade, o seu trabalho... mas por vezes a força da vida pode bater contra nós. E tudo pode ser-nos tirado.
Alex nunca dá voz às palavras cruéis que pronunciou naquele dia. Mas podemos imaginá-las. Simon Stephens leva-nos subtilmente, em tom de confidência, ao ponto em que nos basta apenas preencher as palavras não ditas.
Monólogo perfeito de trinta minutos, parece a história trivial de um jovem amor, da paternidade e da família, mas com a ratoeira de uma tragédia sem sentido. Pode ser Deus responsável pela beleza da vida e também pela crueldade inexplicável?
Esta peça sobre a família, o medo, o luto e a perda é como um falso mar calmo debaixo do qual se esconde uma corrente violenta de mágoa e tristeza.
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